Quais são os alimentos que ajudam a memória?

Alimentos Essenciais para Turbinar a Memória

24/05/2022

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Se a ideia de uma alimentação saudável já é amplamente aceita como um pilar para o bem-estar físico, imagine o impacto profundo que ela pode ter sobre o nosso cérebro. A ciência moderna tem desvendado uma conexão fascinante entre o que colocamos no prato e a capacidade da nossa massa cinzenta de reter informações, processar pensamentos e manter a agilidade mental. Longe de ser apenas um combustível, a comida é uma fonte de nutrientes específicos que atuam diretamente na saúde e no desempenho cognitivo. Prepare-se para conhecer os verdadeiros heróis do seu cardápio, aqueles ingredientes que, comprovadamente, podem turbinar sua memória e renovar suas habilidades cognitivas, oferecendo uma base sólida para um envelhecimento cerebral saudável e uma vida plena de clareza mental.

O que faz bem ao sistema nervoso?
A prática regular de atividade física é amplamente reconhecida como benéfica para a saúde cerebral, estimulando a circulação sanguínea e promovendo a neuroplasticidade. Manter uma mente ativa também é crucial, envolvendo-se em atividades cognitivamente desafiadoras, como leitura, jogos mentais e aprendizado contínuo.
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O Poder dos Vegetais de Folha Verde-Escura: Guardiões da Mente

É fundamental gravar esta regra de ouro: as hortaliças de coloração verde-escura são verdadeiros tesouros nutricionais, concentrando um complexo mix de substâncias que são aliadas inseparáveis do sistema nervoso. Por essa razão, a presença constante desses alimentos em seu cardápio é indispensável em todas as fases da vida. A escolha é vasta e deliciosa, basta selecionar suas preferidas e explorar a criatividade na cozinha.

Entre os diversos vegetais verde-escuros, o espinafre merece uma menção honrosa. Ele é uma fonte excepcional de Luteína, um pigmento pertencente à família dos carotenoides, que desempenha um papel crucial na saúde cerebral. Um estudo revelador conduzido na Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, com 60 participantes, demonstrou que os indivíduos com maior consumo de luteína apresentavam uma memória e um raciocínio visivelmente mais aguçados. Os pesquisadores atribuem esse benefício à notável capacidade antioxidante do composto. Combater o excesso de radicais livres é uma estratégia primordial para proteger o cérebro, uma vez que o estresse oxidativo pode abrir portas para danos neuronais e perdas cognitivas.

Mas os benefícios dos "verdinhos" não param por aí. Além do afamado espinafre, a couve, a rúcula e os brócolis são ricos em ácido fólico, uma vitamina do complexo B que oferece uma camada extra de proteção à massa cinzenta e contribui significativamente para a redução do risco de demências. Diversos estudos também destacam a atuação do ácido fólico na manutenção da integridade do DNA das células cerebrais.

A nutricionista Evie Mandelbaum, especialista em gerontologia de São Paulo, salienta que nunca é tarde para incorporar esses ingredientes poderosos em sua rotina alimentar. “Contudo, quem já possui um histórico de alimentação saudável e prática regular de exercícios físicos constrói uma espécie de ‘poupança’ para um envelhecimento cerebral mais bem-sucedido”, enfatiza a especialista. Para aproveitar ao máximo seus nutrientes, os vegetais verde-escuros são excelentes em sucos, saladas frescas, refogados leves ou cozidos no vapor. É crucial evitar o cozimento excessivo, pois o calor prolongado pode diminuir o teor de compostos benéficos.

Abacate: A Gordura Boa que Nutre a Mente

“Abacateiro serás meu parceiro solitário nesse itinerário da leveza pelo ar.” Assim como nos versos poéticos de Gilberto Gil, o abacate deveria ser um parceiro constante em nosso dia a dia. Apesar de sua densidade calórica, a polpa cremosa deste fruto é um concentrado de substâncias que, entre inúmeras funções vitais, atuam como um escudo protetor para a massa cinzenta.

“O abacate é uma fonte riquíssima de vitaminas B6, B12, C e E, além de minerais como selênio, e compostos bioativos como a luteína e a colina, todos fundamentais para a saúde dos neurônios”, elenca o nutrólogo e cientista de alimentos Edson Credidio, que dedicou parte de sua pesquisa ao fruto na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Sua deliciosa e macia consistência já entrega um de seus maiores segredos: o alto teor de gorduras, mas não qualquer gordura, e sim as chamadas gorduras monoinsaturadas. Esse tipo de gordura é conhecido por proteger as artérias, garantindo um fluxo sanguíneo otimizado, inclusive para o cérebro.

Um estudo norte-americano apontou uma ligação direta entre o consumo desse tipo de gordura e a melhor funcionalidade de uma área cerebral crucial para a concentração e o aprendizado, a chamada rede de atenção dorsal. A conclusão é que esse nutriente aprimora significativamente as conexões entre os neurônios presentes nessa rede. É importante, contudo, consumir com moderação, devido ao seu valor calórico.

Onde encontrar outras gorduras boas:

  • Azeite de oliva: Rico em gorduras monoinsaturadas e antioxidantes.
  • Amêndoa: Fonte de vitamina E e gorduras saudáveis.
  • Amendoim: Contém gorduras monoinsaturadas e proteínas.
  • Castanha-do-pará: Excelente fonte de selênio e gorduras boas.
  • Gergelim: Fornece lignanas e gorduras poliinsaturadas.
  • Óleo de canola: Boa proporção de ômega-3 e ômega-6.

O Segredo dos Polifenóis: Suco de Uva e Azeite de Oliva

Encha seu copo com suco de uva roxa integral e faça um brinde: vida longa aos Polifenóis! São esses os compostos responsáveis pela aclamada fama dessa bebida no campo da saúde cerebral. Em Porto Alegre, um experimento notável envolvendo 35 idosas demonstrou que o consumo diário de 400 mililitros de suco de uva integral resultou em uma melhora significativa da função cognitiva.

“Os polifenóis presentes na uva possuem a capacidade de atravessar a barreira hematoencefálica, que atua como uma proteção para o cérebro, e inibir danos causados pelo excesso de radicais livres”, explica a biomédica Caroline Dani, do Centro Universitário Metodista IPA e uma das autoras da pesquisa. Além disso, esses compostos promovem um aumento nos níveis de BDNF (Fator Neurotrófico Derivado do Cérebro), uma proteína vital que estimula a formação de novas conexões entre as redes de neurônios, bem como a renovação dessas células essenciais para o aprendizado e a memória. É crucial lembrar que, para colher esses benefícios, o suco deve ser 100% integral, contendo polpa, casca e semente da fruta, onde a concentração de polifenóis é maior.

E a lista de alimentos ricos em polifenóis e outras substâncias protetoras não para por aí. Memorize este nome: oleocantal. A nutricionista Vanderli Marchiori, presidente da Associação Paulista de Fitoterapia, relata que já existem evidências promissoras de que essa substância, encontrada no azeite de oliva, pode reduzir o risco de desenvolvimento da doença de Alzheimer.

Contudo, o azeite de oliva não se resume apenas ao oleocantal. Ele é uma potência de gorduras monoinsaturadas e uma farta porção de antioxidantes, o que lhe confere, com justiça, a alcunha de defensor da memória. Uma equipe da Universidade Temple, nos Estados Unidos, corrobora essa tese, demonstrando em estudos com animais que o legítimo óleo de azeitona extravirgem é capaz de impedir a proliferação das placas beta-amiloides. Essas estruturas são infelizmente associadas à destruição dos neurônios e à interrupção da comunicação entre eles (as sinapses), desencadeando a progressão da doença que provoca o esquecimento. Vanderli Marchiori sugere o consumo de ao menos uma colher de sopa diária de azeite de oliva extravirgem para usufruir de seus múltiplos benefícios.

Chás e Peixes: Aliados Aquáticos da Cognição

“Recordo (creio) suas mãos delicadas de trançador. Recordo próximo dessas mãos um mate…” O trecho do conto “Funes, o Memorioso”, de Jorge Luis Borges, nos faz imaginar se o chá seria um dos segredos da memória sobrenatural do personagem. Ficções à parte, não é de hoje que o chá está entre os ingredientes com ação neuroprotetora, especialmente o tipo verde.

A bebida, de sabor levemente adstringente, é feita a partir da erva Camellia sinensis, uma espécie asiática que abriga a epigalocatequina galato, ou EGCG. “É um potente antioxidante. E o chá-verde contém ainda cafeína e L-teanina, entre outros compostos”, destaca a biogerontóloga Ivana Cruz, professora da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Há comprovação de que essa rica mistura ajuda a barrar agressões ao Hipocampo, uma das principais regiões cerebrais associadas à memorização e ao aprendizado. Um trabalho japonês, da Universidade de Shizuoka, indicou que o consumo cotidiano de chá-verde foi eficaz no combate ao declínio cognitivo em idosos.

Outras pesquisas sugerem que as substâncias da erva ajudam a evitar a deposição das placas ligadas ao Alzheimer e até colaboram com a formação de novos neurônios. Os benefícios, aliás, viriam até por vias indiretas. “Uma revisão de estudos mostra impacto na ansiedade, o que também melhora a cognição”, conta a professora Ivana.

Qual chá é melhor para a memória?

Embora muitos chás ofereçam benefícios à saúde, nem todos estão diretamente relacionados à memória:

Tipo de CháBenefícios ConhecidosRelação com a Memória
Chá-VerdePotente antioxidante (EGCG), cafeína, L-teanina.Melhora a cognição, protege o hipocampo, combate declínio cognitivo, previne placas de Alzheimer.
Chá de Camomila, Hortelã, Erva-CidreiraFavorecem a digestão, relaxamento e sono.Não há relação direta comprovada com a memória.
Chá Branco, Vermelho, Mate (derivados de Camellia sinensis)Contêm compostos semelhantes ao chá-verde.Exibem menor quantidade dos compostos benéficos em comparação ao chá-verde.

Agora, anote e cole na porta da geladeira: salmão, atum, sardinha, arenque e cavalinha devem aparecer pelo menos duas vezes por semana no cardápio. Essa é a sugestão da nutricionista Lara Natacci, da clínica Dietnet, na capital paulista. Se antigamente se falava dos pescados como fontes exímias de fósforo, um nutriente importante para o cérebro, hoje o que se enaltece são os teores de Ômega-3. Essa gordura do time das poli-insaturadas é reverenciada por diversos motivos, e um deles tem a ver diretamente com a cuca. “O ômega-3 atua na conexão entre os neurônios, facilitando a plasticidade sináptica”, afirma Lara.

Em resumo: a comunicação entre essas células flui tranquilamente. A gordura auxilia ainda na produção de neurotransmissores e possui uma potente ação anti-inflamatória, deixando o caminho livre para que as células do cérebro se regenerem. Inclusive, não faltam pesquisas que colocam os ácidos graxos poli-insaturados como soldados de primeira linha na luta contra o próprio Alzheimer.

Qual a melhor maneira de preparar o peixe?

A dica é aproveitar a pele, onde há altas doses de ômega-3. Já o modo de preparo vai do gosto do freguês, mas evite frituras constantes ou grelhar até passar do ponto. O calor excessivo pode formar aminas heterocíclicas, moléculas que são perigosas para as células nervosas. Prefira assados, cozidos ou grelhados leves.

Oleaginosas e o Prazer do Chocolate Amargo: Energia e Proteção

As oleaginosas esbanjam Selênio. “E há uma forte relação entre a deficiência desse nutriente e o surgimento de problemas cognitivos durante o envelhecimento”, diz Hércules Rezende, nutricionista e neurocientista da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Vitamina E e gorduras boas completam a receita neuroprotetora desses alimentos. Estudos revelam que o consumo de oleaginosas interfere nas ondas cerebrais envolvidas com a retenção de informações e o aprendizado, contribuindo para uma mente mais eficaz.

E que tal apostar nas brasileiríssimas castanha-do-pará, de caju e da menos conhecida baru? Claro: nozes, amêndoas e pistaches são outras ótimas opções para não cair na mesmice e garantir a variedade de nutrientes. A nutricionista Lara Natacci indica consumir meia xícara ou um punhado por dia para obter os benefícios ideais.

Bombons e tabletes são sinônimo de felicidade, e a ciência já mostra que o bem-estar emocional é um guardião do cérebro. Mas é preciso esclarecer que os atributos do chocolate são, na verdade, originários de sua principal matéria-prima, o Cacau. É a composição do fruto que está por trás de seus efeitos antioxidantes e promotores da boa circulação sanguínea.

“Substâncias como teobromina, cafeína, teofilina e alcaloides purínicos podem atuar como estimulantes no sistema nervoso”, conta Hércules Rezende. E uma revisão italiana recente, publicada no periódico Frontiers in Nutrition, comprova tal habilidade. A pesquisa cita efeitos positivos sobre a memória de trabalho, cognição, atenção e, de quebra, na redução do risco de problemas cardíacos. “A quantidade adequada de chocolate não está bem estabelecida, mas alguns estudos falam em 30 ou 40 gramas do tipo amargo por dia”, relata a nutróloga Andreia Pereira, do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo. A médica faz questão de frisar que abusos culminam no aumento do peso, o que anularia os benefícios.

Invista no cacau:

Como os benefícios do chocolate vêm dos flavonoides do cacau, quanto maior a concentração do fruto na barra, melhor. O tipo meio amargo apresenta até 60% de cacau, já os amargos de verdade devem ter a partir de 70%. “Uma dica é comer um pedacinho do chocolate de 70% e, se precisar, um pedacinho do ao leite para que o sabor mais doce predomine, mas sem perder os benefícios do cacau”, orienta Vanderli.

O Ovo e o Café: Companheiros Diários da Memória

Você deve se recordar que o ovo figurou entre os alimentos mais injustiçados de todos os tempos – sua culpa era carregar muito colesterol. Agora, assistimos ao seu livramento, já que estudos o safaram da pecha de vilão das doenças cardiovasculares. Que sorte (também!) para a nossa cabeça. Excelente fonte de proteínas, com destaque para a albumina, o alimento possui preciosidades como a luteína, aquele pigmento que pertence ao grupo dos carotenoides. E, conforme contamos anteriormente, sobram evidências de seu papel contra o declínio cognitivo.

A gema do ovo também está repleta de Colina, uma das vitaminas do complexo B – cada vez mais famosa por auxiliar na consolidação da memória. “Trata-se de um nutriente essencial para a formação do neurotransmissor acetilcolina, importante regulador do aprendizado no córtex cerebral”, explica o professor Hércules. Em testes com animais, já se viu que a deficiência de colina pode afetar o funcionamento interno de células no cérebro. E esse desarranjo repercute negativamente na cognição.

Para quem está com exames em ordem e não tem nenhuma restrição médica, é perfeitamente possível incluir a gema no cardápio diariamente. Desde o café da manhã, na omelete, passando pelo almoço ou jantar e nos lanches, o ovo entra em uma porção de receitas. E fique tranquilo: os teores de colina se mantêm mesmo quando o alimento passa pelo fogo. Portanto, abuse da criatividade na cozinha.

Conheça outras fontes de colina:

  • Fígado bovino
  • Gérmen de trigo
  • Grãos de soja
  • Carne de porco
  • Abacate

Apesar de a bebida carregar dezenas de compostos, como os fenólicos (que, veja, turbinam a bioquímica cerebral), a Cafeína ainda é a estrela do café. Pesquisas revelam um elo entre a substância e a diminuição dos níveis das famigeradas placas beta-amiloides. “Isso explicaria seu efeito protetor contra as demências”, diz Ivana Cruz. Mas o exagero nos goles não é bacana. Cafezinhos além da conta estão por trás de insônia, taquicardia e nervosismo, especialmente para os mais sensíveis. O ideal é saborear, no máximo, cinco xícaras ao dia, distribuídas ao longo do dia.

A professora da UFSM ressalta que os alimentos devem surgir à mesa, sim, devido a suas propriedades benéficas, mas também pelo prazer que proporcionam. Aliás, a festejada cafeína dá as caras em outras opções. “Aqui no Sul, os gaúchos tomam o chimarrão para despertar. Já no Amazonas, as bebidas com o pó de guaraná são bem populares”, nota. Sem sacrifícios, a cabeça responde ainda melhor, pois o prazer de comer também influencia positivamente a saúde cerebral.

Perguntas Frequentes sobre Alimentação e Memória

É preciso consumir todos esses alimentos diariamente para ter uma boa memória?

Não necessariamente todos os dias, mas a variedade e a regularidade são chaves. O importante é ter uma dieta equilibrada e rica nesses grupos de alimentos ao longo da semana. Alternar as fontes de nutrientes garante um espectro completo de benefícios para o cérebro.

Existe algum alimento que seja um 'superalimento' único para a memória?

Não existe um único "superalimento" milagroso. A memória e a função cognitiva são influenciadas por uma combinação de nutrientes. A sinergia entre os compostos presentes em uma dieta variada e rica nos alimentos mencionados é o que realmente faz a diferença. Focar em um único alimento pode levar à deficiência de outros nutrientes importantes.

Qual a importância da hidratação para o cérebro?

A hidratação é fundamental para o bom funcionamento cerebral. O cérebro é composto por cerca de 75% de água, e a desidratação, mesmo que leve, pode impactar negativamente a concentração, o foco, o humor e, claro, a memória. Beber água regularmente ao longo do dia é tão importante quanto uma alimentação balanceada para a saúde cognitiva.

A suplementação de nutrientes pode substituir a alimentação?

A suplementação deve ser vista como um complemento, e não um substituto, de uma dieta saudável. Os alimentos oferecem uma complexa matriz de nutrientes, fibras e compostos bioativos que trabalham em conjunto de forma que os suplementos isolados geralmente não conseguem replicar. A prioridade deve ser sempre obter os nutrientes através da alimentação, e a suplementação só deve ser considerada com orientação profissional.

Quanto tempo leva para perceber os benefícios de uma alimentação saudável na memória?

Os benefícios de uma alimentação saudável para a memória e cognição são geralmente graduais e cumulativos. Não há um tempo fixo, pois depende de fatores individuais como o estado de saúde inicial, a consistência da dieta e o estilo de vida. No entanto, muitas pessoas relatam melhorias na energia, humor e clareza mental em algumas semanas, com benefícios mais profundos na memória surgindo ao longo de meses de consumo regular e consciente.

Em suma, a relação entre alimentação e memória é inegável e poderosa. Ao incorporar esses alimentos ricos em nutrientes e compostos bioativos em sua rotina, você não está apenas nutrindo seu corpo, mas também investindo na saúde e longevidade do seu cérebro. Lembre-se que uma mente afiada é o resultado de escolhas diárias conscientes. Comece hoje mesmo a construir um futuro com mais clareza e capacidade cognitiva, saboreando cada refeição como um passo em direção a uma memória impecável.

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